O que o MEC diz sobre cursos Livres?

                  Na sua totalidade, Faculdades que oferecem Cursos Livres de Teologia no sistema EAD de Graduação Superior,  faz uso de resolução federal que regulamenta e autoriza cursos à distância (Decreto nº 5.622 de 20/12/05) que regulamenta o Art. 80 da LDB (Lei 9394/96), bem como se ampara legalmente no  parecer 241/99 do Conselho de Ensino Superior  do MEC,  que delibera sobre o funcionamento e abertura dos cursos de teologia no Brasil.
 
 Mais uma vez friso, todos os nossos cursos são de CARÁTER LIVRE. Podem ser ministrado de acordo com as leis que os regulamenta, por isso possuem valor “Eclesiástico”. Nossa escola opta por uma “visão ministerial”. Não temos e nem buscamos o Reconhecimento do MEC.
 
 Abaixo, detalhamos o porquê:
 
 Num universo de centenas de seminários teológicos espalhados pelo país, alguns têm tentado e até conseguido se adequar às exigências do MEC e autorizado seus cursos.
 
 Como a maioria das pessoas que faz teologia tem o desejo ministerial e não profissional, tais pessoas ainda preferem os Seminários de Livre Orientação e as Faculdades Teológicas, bem mais acessíveis em termos de valor e mais concomitantes com a “visão ministerial”. Isso sem falar das convenções denominacionais que não exigem e em nossa concepção nunca exigirão diplomas reconhecidos pelo MEC, por dois simples motivos:
 
 •  O próprio MEC autoriza e regulamenta a abertura de seminários maiores e instituições teológicas de acordo com a orientação religiosa e espiritual que cada instituição adota. Ou seja, composição curricular de cursos teológicos é a cargo de cada instituição e de acordo com suas crenças e orientações religiosas e espirituais;
 
 •  Como pode uma instituição qualquer, mesmo tão respeitosa e criteriosa quanto o MEC, regulamentar ou antever a necessidade espiritual das igrejas, das pessoas e das denominações cristãs existentes? Definitivamente a competência no MEC é educacional e não espiritual.
 
 Quanto àqueles que optam por fazer um “curso reconhecido”, grande parte, percebendo que o mercado de trabalho ainda não absorve “teólogos profissionais”, opta por migrar para cursos mais promissores em termos de mercado.
 
 Por isso momento  nossa Faculdade opta no momento pela “visão ministerial”.